5
Nov
Postado por Hillel em Reflexão, Talmud, Torah. 1 Comentário
Por Tzvi Freeman
Pergunta:
A Torá é a sabedoria Divina. Nesse caso, por que está repleta de cascos de animais, bois ensanguentados e seres humanos adúlteros?
Vamos examinar o nível da primeira informação: Moshê leva o povo ao pé de uma montanha no Deserto do Sinai e eles escutam a D’us. O que D’us tem a dizer em Sua primeira e única apresentação a uma enorme multidão de pessoas? “Não construam ídolos, honrem pai e mãe, não roubem, não matem nem cometam adultério.” Esta é a soma de toda a sabedoria do Criador de um universo inteiro?
Resposta:
Sim, o Deserto do Sinai é uma local ótimo para uma experiência mística e Divina – então por que desperdiçá-la em coisas que todo mundo já sabe? O Livro da Formação, o Zohar e A Árvore da Vida de Rabi Luria – aqueles fazem excelentes apresentações para a revelação oficial da D’us para a humanidade.
Mas os Dez Mandamentos?
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5
Nov
Postado por Hillel em Contos, Reflexão. Etiquetado:Albert Einstein. Deixe um comentário
Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com a seguinte pergunta:
"D’us criou tudo que existe?"
Um aluno respondeu valentemente: “Sim, Ele criou”..
“D’us criou tudo?”, perguntou novamente o professor.
"Sim senhor", respondeu o jovem.
O professor continuou, "Se D’us criou tudo, então D’us fez o mal! Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então D’us é mau."
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1
Nov
Postado por Hillel em Abominações. 2 Comentários
A religião cristã, como todas as outras, tem suas diversas ramificações. Mas até hoje eu estou para ver bizarrices maiores num meio religioso. Eles não se contentam em esmagar a cultura judaica, criar seu próprio messias e ainda dizer que o Eterno rejeita Seu povo, eles debocham de nossa tradição e deturpam a nossa crença.
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31
Out
Postado por Hillel em Contos, Curiosidades, Reflexão. Etiquetado:Shabetai Tzvi. Deixe um comentário
A vida judaica nos séculos XVI e XVII não foi fácil. No mundo judeu ibérico, ou sefaradi, acabara-se um longo convívio e uma permanência judaica em Sefarad (Península Ibérica) que hoje seria Espanha e Portugal.
No final do século XV, em 1492, os judeus foram expulsos da Espanha (então reinos de Castela e Aragão) pelos Reis Católicos, Fernando e Isabel. A Inquisição já havia sido instaurada e os cristãos novos, descendentes dos judeus convertidos à força a partir de 1391, eram acusados de seguir sendo judeus às escondidas, e por vezes eram sentenciados a duras penas que podiam chegar à fogueira. Assim, quem optou por ficar na Espanha (reinos ibéricos) como convertido, sofria o preconceito e os riscos de ser acusado, julgado e sentenciado; já quem não se convertera e emigrara, tinha perdido bens e a estabilidade, fugindo pelo Mediterrâneo para rincões distantes e tendo que recomeçar a vida. Em Portugal algo ainda mais trágico se deu: o rei Manuel não querendo perder “seus judeus” optou por expulsá-los, mas sem deixá-los sair, não oferecendo navios. No porto de Lisboa mesmo, os “judeus” foram batizados “em pé”. Conversão forçada. Milhares de judeus foram “violentados”, daí seu nome em hebraico: Anusim ou violentados.
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27
Out
Postado por Hillel em Reflexão. Deixe um comentário
Há pouco tempo o nosso blog foi atacado por comentários racistas, de linguajem baixa e totalmente alienados por fakes que nos chamaram de racistas, feitos a imagem do macaco e outras palavras que não valem mencionar aqui.
Mas é isso mesmo. Enquanto eles tentam ainda nos destruir nós crescemos.
Foi lançado no Youtube o Canal de Anne Frank onde mostra um vídeo que só foi disponibilizado ao público a pouco tempo. Confira abaixo:
Shalom.
27
Out
Postado por Hillel em Curiosidades, Holocausto. Deixe um comentário
Na página do Museu de Auschwitz no Facebook, por dia, é publicado um informativo curto sobre o Holocausto e do próprio museu como o que será transcrito abaixo. Pra quem não deu uma conferida na página, vale a pena acompanhá-la.
Atividades do Museu Memorial de Auschwitz. Auschwitz Memorial / Muzeum Auschwitz
O Museu é uma instituição estatal, ligada diretamente ao Ministério da Cultura e do Patrimônio Nacional da Polônia. Em 31 de dezembro de 2008, havia 253 pessoas empregadas no Museu. Este número não inclui cerca de 230 guias bem treinados e que trabalham em 15 idiomas. O Centro Internacional para Educação sobre Auschwitz e o Holocausto esteve em funcionamento no Museu por vários anos.
Conservação dos registros do Instituto de Higiene da SS
Cerca de 40 mil documentos estão sendo conservados dentro da estrutura deste projeto. Especialistas do museu estão trabalhando em conjunto com estudantes e graduados dos departamentos de conservação da Alemanha. O corpo do Departamento de Preservação desenvolveu os procedimentos que são usados e dirige e supervisiona o trabalho.
Os registros do Instituto de Higiene da SS datam do período entre abril de 1943 e 12 de janeiro de 1945. Eles foram criados no Instituto em Oświęcim, que foi o responsável pela execução da pesquisa e análise higiênica e bacteriológica para a SS, Wehrmacht e unidades de polícia, assim como do campo de concentração. Os documentos incluem os nomes de pessoas daquelas amostras que foram analisadas (incluindo membros da guarnição da SS em Auschwitz I e prisioneiros de Auschwitz II-Birkenau e dos subcampos), como também o registro sobre a administração do instituto e os prisioneiros que trabalharam lá como auxiliares.
Fonte: página do Museu de Auschwitz no Facebook
http://www.facebook.com/album.php?aid=128509&id=170493316096&ref=nf
Tradução: Roberto Lucena
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Fonte: O Holocausto – Documentação e História
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